6 de December de 2021

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Exposições no Panamá reúnem desejos de refugiados e jovens

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Exposições no Panamá reúnem desejos de refugiados e jovens

Panamá, 31 out (Prensa Latina) A realidade que vivem os refugiados e o papel dos jovens na construção dos sistemas alimentares destacam-se hoje entre os temas tratados no Panamá do ponto de vista da arte.
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RefugiArte, exposição temporária do Museu de Arte Contemporânea desta capital, procura sensibilizar para o deslocamento forçado e promover a inclusão e a solidariedade.

Em declarações à imprensa, a representante adjunta da Oficina Multipaís da Agência das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur) no Panamá, Renee Cuijpers, garantiu que com esta amostra tentam conectar as pessoas com as histórias, memórias e experiências dos que foram forçados a fugir de seus países e comunidades pela violência, guerra e perseguição.

Aberta ao público até 14 de novembro, a terceira edição desta iniciativa regional junta-se às mais de 10 exposições que percorrem o Panamá desde 2017, promovendo espaços de empatia e sensibilização para com os refugiados no país.

O projeto, que começou a ganhar forma em 2015 no marco dos 50 anos do Escritório Regional do ACNUR para a América do Sul, desde o final de 2018 já contou com a participação de mais de 50 artistas da Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Costa Rica, Cuba, Equador, Guatemala, Honduras, México, Panamá, Paraguai, Peru e Uruguai.

Por sua vez, jovens rurais de diferentes áreas da nação do Istmo inauguraram recentemente um mural artístico, que reflete seu papel no fomento das atividades produtivas e na sustentação do crescimento econômico do campo.

Na estreia desta tela, desenhada em linguagem gráfica, o coordenador sub-regional da FAO, Adoniram Sanches, explicou que os países não podem adiar o investimento em seu capital mais promissor para o presente e o futuro do campo: as mulheres e homens jovens.

O ministro do Desenvolvimento Agropecuário do Panamá, Augusto Valderrama, afirmou que apesar da crise gerada pela pandemia de Covid-19, nossas nações têm uma juventude que nada pede nem lamenta, mas coloca seus pensamentos de esperança, abundância e de um mundo mais digno.

“Os jovens podemos fazer a diferença na revitalização das economias locais, na inovação, no fortalecimento das organizações sociais, na gestão dos recursos naturais e na construção de políticas públicas para o desenvolvimento sustentável”, disse Vladimir García, um dos protagonistas da obra exposta no mercado de San Felipe Neri.

jcm / npg / hb

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