1 de December de 2021

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Diva cubana Omara Portuondo ainda radiante aos 91 anos de idade

Diva cubana Omara Portuondo ainda radiante aos 91 anos de idade

Havana, 29 out (Prensa Latina) Cuba comemora hoje o 91ú aniversário da diva Omara Portuondo, cuja voz incombustível ainda ressoa nos palcos da ilha caribenha e do mundo, com a distinção que caracteriza uma lenda da música viva.
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A conhecida Diva do Buena Vista Social Club, um grupo que reavivou o interesse internacional pela música tradicional cubana, juntou-se ao seleto catálogo de intérpretes que colocaram a ilha no palco sonoro do mundo, como Eliades Ochoa, Ibrahim Ferrer e Compay Segundo.

Para a Noiva do sentimento, a popularidade não veio com o fenômeno internacional que foi Buena Vista, mas sim com toda uma geração de amantes do gênero generalizado que nasceu na primeira metade do século XX e ganhou notoriedade como membro do quarteto Las D’Aida, junto com sua irmã Haydée, Elena Burke e Moraima Secada.

Sua marca musical é tão forte em toda a América Latina que o Rei e Rainha da Espanha lhe concedeu a Medalha de Ouro por Mérito nas Belas Artes.

‘Graças à Casa Real por este reconhecimento, uma honra de estar entre personalidades tão valiosas’, declarou a cantora na apresentação do mais alto prêmio dado a indivíduos e entidades de destaque no campo da criação artística e cultural.

Em várias ocasiões, seu nome apareceu na lista da Academia Latina de Música, que a distinguiu com o Prêmio à Excelência, que ela chamou de ‘um prêmio para meu país e sua música, porque antes de Omara sempre há Cuba’.

Portuondo compartilhou seu talento sempre jovem com artistas e conjuntos contemporâneos, o que tem agraciado duas produções da Orquesta Faílde e outras colaborações com compatriotas como Cimafunk, Alexander Abreu, Roberto Fonseca, Alain Pérez, Haydée Milanés, Alejandro Falcón e uma série de instrumentalistas nacionais.

Vários duetos internacionais fazem parte de sua longa carreira com o cantor de salsa porto-riquenho Andy Montañez, a cantora e compositora guatemalteca Gaby Moreno, a peruana Eva Ayllón, os mexicanos Carlos Rivera e Guadalupe Pineda.

Nem mesmo a Covid-19 amorteceu a vontade de Omara de viver e cantar, razão pela qual ela gravou um álbum durante a pandemia para comemorar suas nove décadas.

A artista permanece ativa e, dia após dia, exalta o valor do bolero, do feeling e da música tradicional cubana, que ela considera alguns dos tesouros mais valiosos da ilha onde ela dá graças por sua frutífera existência.

jha/chm/vmc

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