28 de November de 2021

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Cerca de 2.300 médicos israelenses ameaçam demitir-se

Cerca de 2.300 médicos israelenses ameaçam demitir-se

Tel Aviv, 6 out (Prensa Latina) Cerca de dois mil e 300 galenos israelenses assinaram suas cartas de renúncia que entrarão em vigor amanhã se o governo se recusar a aceitar um acordo para melhorar suas condições de trabalho, informou hoje o sindicato que os agrupa.
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A Organização dos Médicos Internos (Mirsham) explicou em um comunicado que sua principal demanda é concordar com os turnos de 26 a 18 horas, uma redução de 25 por cento, embora o Executivo apenas ofereça 10 por cento.

Não estaremos dispostos a aceitar um compromisso falso que obriga 90 por cento dos médicos internos a realizar turnos escravos, afirmou o grêmio, referindo-se à proposta oficial de baixar as horas apenas aos cirurgiões.

As salas de doentes com Covid-19, de medicina interna e de emergência também não foram incluídas no plano proposto.

‘Eles mentiram para nós. Eles nos enganaram. Eles nos venderam. Eles nos contaram histórias. Com mão trêmula e coração pesado, amanhã serão arquivadas cartas de renúncia de dois mil e 300 internos, estudantes e residentes’, acrescentou.

O ministro da Saúde, Nitzan Horowitz, qualificou a medida como desnecessária e pediu calma ao assinalar que as mudanças devem ser graduais porque não há galenos suficientes no país para reduzir tantas horas.

acl/rob/glmv

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