5 de December de 2021

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Bolivianos repudiam pedido de greve nacional da oposição

Bolivianos repudiam pedido de greve nacional da oposição

La Paz, 6 de out (Prensa Latina) Os setores trabalhista, social e oficial bolivianos planejam realizar hoje diversas ações para conter a convocação da oposição por uma greve nacional contra o governo em 11 de outubro.
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As manifestações de repúdio à convocação do Comitê Pró Santa Cruz e do Comitê Nacional de Defesa da Democracia (Conade), são lideradas pela Central Boliviana Obrera (COB) e por diversos ministérios, informou a mídia local.

O desafio inclui os chefes de Justiça e Transparência Institucional, Iván Lima; e de Obras Públicas, Edgar Montaño; além da vice-ministra de Comunicação, Gabriela Alcón, de acordo com a Agência Boliviana de Informação.

‘Lamentamos a atitude não só do Conade, mas também de algumas instituições cívicas com tentativas de convulsão, de desestabilização do país’, declarou o executivo do COB, Juan Carlos Huarachi.

O dirigente sindical reprovou a atitude dos ditos ‘cívicos’, que pretendem prejudicar sobremaneira a reativação econômica do país.

A autoridade sindical informou que se articulou com o Pacto de Unidade e organizações sociais ‘para convocar uma concentração nos nove departamentos e defender a democracia e o governo eleito constitucionalmente’.

Por sua vez, o executivo da Federação Departamental de Transporte Livre de La Paz, Limbert Tancara, repudiou a greve convocada para a próxima segunda-feira, pois, disse ele, ‘esta medida vai travar a reativação econômica do país e causar prejuízos’.

Tancara informou que as bases desta federação decidiram descartar essa ação e, se necessário, ‘sairão para desbloquear as ruas, porque essa medida atende a interesses políticos’.

Por sua vez, o Ministro da Justiça, Iván Lima, assegurou que os apelos às mobilizações ‘buscam a impunidade dos envolvidos nos atos de violência e massacres de 2019’.

Também o Ministro de Obras Públicas, Serviços e Habitação, Edgar Montaño, culpou o Comitê Pró Santa Cruz e seus seguidores ‘se for registrada a falência de empresas estatais por desemprego’.

Segundo o chefe de estado, a paralisação das atividades promovidas por grupos cívicos fará com que as empresas dependentes dessa carteira percam grandes somas.

O responsável classificou entre essas entidades vulneráveis os Serviços Aeroportuários e a Administração Aeroportuária e Serviços Auxiliares à Navegação Aérea da Aviação. Por sua vez, Alcón sustentou também que uma greve nacional ou departamental não tem razão de ser e, se ocorresse, ‘não afetaria o Governo, mas sim os bolsos dos bolivianos, que buscam sair do cenário econômico. crise.’

A Associação de Governos Autônomos Municipais do Departamento de La Paz, também anunciou que não acatará nenhuma greve decidida por Luis Fernando Camacho ‘porque por trás dela está o desejo de divisão’.

ga / apb / fav

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