5 de December de 2021

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Os EUA e sua cruzada contra a ciência cubana

Os EUA e sua cruzada contra a ciência cubana

Havana, 9 Set(Prensa Latina) A campanha de descrédito dos Estados Unidos contra Cuba desmente os resultados da indústria de biotecnologia e da ciência nacional, cruzada que hoje se intensifica quando o país vacina sua população contra o Covid-19.
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Para o destacado cientista Agustín Lage, assessor da presidência do grupo empresarial BioCubaFarma, ignorar os indicadores positivos da ilha a esse respeito é uma tendência há anos entre os inimigos da Revolução.

Por isso, Lage pediu que se buscassem os estudos publicados por entidades internacionais, como o Banco Mundial ou a Universidade de Oxford, na Inglaterra, sobre os resultados da nação caribenha no confronto com o Covid-19 em relação a outros países.

Em declarações ao programa Con filo de televisão nacional, o especialista mencionou números das bases de dados dessas instituições que mostram uma melhor resposta de Cuba à pandemia, em comparação com os Estados Unidos.

Além disso, ‘a nossa vacina tem resultados, também publicados, de ensaios clínicos, razão pela qual a autoridade reguladora deu autorização para uso (de emergência)’, disse.

Na opinião do médico, ‘é de se esperar que tentem negar esses indicadores, mas acreditamos que nisso, como em muitas outras coisas, os dados os silenciarão’.

O espaço televisivo negou informação que desde Miami, nos Estados Unidos, buscava desacreditar a campanha nacional de vacinação pediátrica na qual Cuba é líder em nível internacional.

Não é um plano novo, muitos especialistas em comunicação concordam que as notícias falsas e a deturpação da realidade, especialmente na internet, são ferramentas de subversão contra o governo antilhano.

Fontes oficiais mostram que a vacinação em massa contra o Covid-19 de crianças entre 12 e 18 anos com o imunógeno cubano Soberana 02 começou esta semana no país caribenho e vai até novembro próximo.

Segundo o ministro da Saúde da ilha, José Ángel Portal, a decisão baseia-se nos resultados de ensaios clínicos que na população pediátrica foram superiores, em todas as variáveis imunológicas, aos adultos.

Recentemente, o presidente dos EUA, Joe Biden, também desacreditou a capacidade do sistema nacional de lidar com os desafios da pandemia, referindo-se à ilha como um ‘estado falido’.

Em resposta, cientistas cubanos escreveram uma carta ao presidente dos Estados Unidos na qual negavam essas suposições e citavam argumentos apoiados por organizações internacionais.

Os especialistas da ilha consideraram as afirmações da Casa Branca intrigantes, perguntando ‘por que, com tantas catástrofes reais do Covid no hemisfério ocidental, apenas Cuba é rotulada de Estado falido’.

De acordo com a carta, o que torna a ilha única ‘é a necessidade de controlar a epidemia sob um embargo financeiro, comercial e econômico incapacitante imposto pelo governo dos Estados Unidos nas últimas seis décadas’.

Na carta, os especialistas ponderam sobre o andamento da imunização no país e a eficácia das vacinas nacionais.

Na verdade, o país atualmente ultrapassa 50% de sua população com pelo menos uma injeção administrada, das três doses que completam o esquema.

O site Our World in Data, da University of Oxford, reflete essas e outras estatísticas relacionadas ao processo de vacinação rápida na maior das Antilhas.

Finalmente, em sua carta a Biden, os especialistas cubanos convidaram os Estados Unidos a não ignorar os fatos e trabalhar juntos para enfrentar os novos desafios.

rgh/idm/jcfl

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