1 de December de 2021

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Médicos cubanos no devastado Haiti

Médicos cubanos no devastado Haiti

Porto Príncipe, (Prensa Latina) Três semanas após o devastador terremoto, os médicos cubanos continuam a tratar as áreas afetadas no Haiti hoje, monitorando as primeiras vítimas do terremoto.
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O terremoto de 14 de agosto causou mais de 2.200 mortes e 12.700 feridos nos departamentos de Sur, Nippes e Grand Anse, onde a Brigada Médica Cubana (BMC) destacou especialistas por duas décadas.

Depois dos dias cruciais após o terremoto, quando tratavam centenas de feridos diariamente para salvar suas vidas, os especialistas agora realizam cirurgias ‘para devolver o paciente à sociedade o mais rápido e recuperado possível’, disse a enfermeira Marjoris Sánchez à Prensa Latina.

O especialista viajou da capital ao sul do país no mesmo dia do terremoto.

Nesta nova etapa, é fundamental a contribuição da Brigada Henry Reeve, que chegou ao país no dia 25 de agosto e desde então está inserida nos hospitais de referência de Jeremie, Corail, Port Salut e Les Cayes, sendo este último o mais difícil da cidade. atingido pelo terremoto de 7,2 na escala Richter.

‘São cirurgiões, ortopedistas, anestesistas, formados em trauma, que são de vital importância tanto nesta fase como nos momentos futuros, porque as pessoas continuam a adoecer’, explicou à chegada o chefe do BMC, Dr. Luis Orlando Olivero.

Sánchez confirmou que os médicos já conquistaram o carinho da comunidade e ainda continuam atendendo aqueles que por diversos motivos não foram aos postos de saúde após o terremoto. ‘Eles têm se integrado à comunidade com ótima aceitação porque os povos desses lugares agradecem a presença dos cubanos’, disse.

O trabalho de prevenção soma-se ao cotidiano, um dos pilares da Brigada Médica, que aproxima os especialistas das pessoas, visita suas residências e investiga doenças respiratórias ou diarreicas que podem surgir após grandes eventos, como o recente terremoto, e se tornarem grandes epidemias.

É um trabalho que eles vêm fazendo desde que se fixaram naqueles povoados, alguns longe das cidades, mas em momentos como este é também um raio de esperança para quem perdeu muito.

rgh/ane/jcfl

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