6 de December de 2021

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Proteção animal em Cuba requer articulação com a sociedade civil

Proteção animal em Cuba requer articulação com a sociedade civil

Havana, 4 set (Prensa Latina) Quase dois meses após a entrada em vigor do decreto lei sobre bem-estar animal (10 de julho) em Cuba, foi destacada a necessidade de cooperação entre órgãos e instituições estatais e a sociedade civil, para sua implementação.
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A ideia surgiu na sexta-feira em uma reunião entre funcionários dos Ministérios da Agricultura (Minag), Saúde Pública e Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente (Citma), com representantes de organizações de proteção aos animais, onde eles analisaram o progresso feito na aplicação da lei.

A posição comum é unir forças para enfrentar situações de maus tratos, promover ações para educar os cidadãos sobre a propriedade responsável e assegurar que os esforços do Estado, tais como campanhas de vacinação antirrábica, sejam muito mais eficazes.

Entretanto, parece claro que ainda há muito a ser definido em aspectos importantes, como os procedimentos a serem seguidos após uma queixa de violência contra animais, para que se possa tomar medidas imediatas e eficazes.

De acordo com Yosvanis Gutiérrez, diretor do Centro Nacional de Saúde Animal, a instituição que coordena a implementação da lei e seus regulamentos, eles também estão trabalhando no treinamento de todos os atores envolvidos em sua aplicação.

Este é um aspecto relevante, pois se as inspetorias e as forças da lei e da ordem não forem persuadidas e dominarem os procedimentos, a ação firme e coerente que os ativistas estão exigindo não poderá ser alcançada, juntamente com uma maior transparência no tratamento das reclamações feitas e dos resultados.

Gutiérrez também explicou que as questões relacionadas aos abrigos para animais ainda não foram determinadas, já que os abrigos existentes estão atualmente alojados nas casas das pessoas.

Como devem ser essas instituições, como devem operar, de que seguro necessitam, quem intervirá e em que condições, são apenas alguns dos aspectos a serem regulamentados, para os quais se reconhece a importância das ações de coordenação entre as entidades estatais e a sociedade civil.

Os ativistas animais conclamaram as autoridades a abordar suas experiências de trabalho, espalhadas por todas as províncias, tanto na proteção como na esterilização, desparasitação e campanhas de conscientização.

Este último aspecto foi identificado como uma das questões fundamentais, pois a implementação do decreto-lei exige mais ações de educação e comunicação para encorajar um comportamento responsável e avançar como sociedade em direção ao verdadeiro bem-estar animal.

O processo de implementação da lei também será participativo, disse Orlando Díaz, diretor jurídico da Minag, que confirmou que, como durante a elaboração da lei, as organizações de proteção aos animais estarão envolvidas em seu desenvolvimento e aplicação.

msm/kmg/vmc

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