15 de August de 2022
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Jardim Botânico de Cuba trabalha para aumentar a autonomia econômica

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Por Ixchel Fuentes
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Havana, 15 ago (Prensa Latina) O descanso que o visitante desfruta nas dependências do Jardim Botânico Nacional (JBN) contrasta com a energia de seu grupo, que promove diversas ações para amenizar a gestão ao cenário econômico atual.

O seu director geral, Carlos Manuel Pérez, declarou a Negócios em Cuba que, desde a sua fundação, o carácter da instituição é académico -para as tarefas associadas ao ensino do ramo biológico a que se dirigem-, científico e também recreativo.

É uma entidade pública, acrescentou, orçamentada pelo Estado, e no âmbito das suas funções desenvolve um conjunto de atividades geradoras de receitas, sendo a mais conhecida a visita guiada que fazem nacionais e estrangeiros.

Da mesma forma que afetou todos os setores ligados à recreação, o atual contingente de saúde obrigou o centro a fechar as portas aos clientes.

No entanto, disse o gestor, procuram novas fontes de financiamento, com base nas suas potencialidades e nas possibilidades derivadas do sistema monetário, que ordenou a unificação das duas moedas com curso legal no país e outras medidas das autoridades.

‘A iniciativa que mais temos trabalhado nos últimos meses está associada à execução de projetos paisagísticos chave na mão na Zona de Desenvolvimento Especial de Mariel.

‘Lá, importantes investimentos estrangeiros são feitos em um espaço próximo ao mar, próximo ao porto, o que torna necessário levar em conta requisitos muito especializados para poder germinar certas plantas, arbustos e outros elementos do verde urbano que demanda o lugar’, argumentou.

O responsável expressou que se empenham em colocar toda a sabedoria do Jardim no apoio aos referidos planos, onde atuarão nas zonas de vegetação dentro dos investimentos; mas também na execução de obras públicas, como árvores.

Está, segundo ele, criando um ambiente muito mais agradável, onde a admirável infraestrutura alcançada se alia a uma perfeita harmonia de ambientes naturais.

Na opinião de Pérez, e de acordo com a Resolução 115 do Ministério da Economia e do Planejamento, o Jardim ficaria com parte considerável das receitas cambiais obtidas com essas obras, que, além disso, seriam revertidas para as subestruturas e a sustentabilidade da instituição.

Caso consigamos adquirir capital com este tipo de atividades, e nisso nos esforçamos, teremos conseguido desonerar o Estado da alocação de recursos financeiros que atualmente são limitados, disse.

Embora o próprio centro capte cerca de 60% dos recursos de que necessita para manter sua vitalidade, a ideia é reduzir o orçamento concedido e que o valor arrecadado, mesmo que ultrapasse o custo, seja investido em projetos de educação ambiental implantados. .

Em termos de conservação, acrescentou, precisamos de máquinas, ferramentas, insumos, tecnologias, roupas especializadas e certos meios que o país necessariamente compra no exterior.

Então, se conseguirmos gerar essa liquidez, também vamos financiar esses recursos, disse ele.

Da mesma forma, conforme revelado, a instituição conta com mais de 400 trabalhadores para seu apoio e deve preservar uma grande infraestrutura que inclui, por exemplo, estradas, restaurantes, cafeterias e centros científicos.

CREDENCIAIS MAIS DO QUE ANULAÇO

O JBN ocupa uma área de mais de 500 hectares, onde recebe manutenção e desenvolve mais de 400 mil indivíduos e coexistem mais de três mil espécies de plantas.

Ao mesmo tempo, ele tem uma experiência acumulada de mais de 50 anos na criação, monitoramento e sustentabilidade de projetos paisagísticos.

Aqui tem um pessoal altamente qualificado, disse Pérez, e por ser uma entidade científica temos botânicos, agrônomos e outros especialistas relacionados com este tipo de trabalho.

No grupo estão arquitetos paisagistas e uma rede de relações lucrativas com empresas estatais, trabalhadores autônomos e creches que complementam os serviços que nos possam ser solicitados, disse.

Atualmente, informou Pérez, estamos realizando um novo projeto.

‘Falo do que será a Escola Nacional de Horticultura e Paisagismo, onde pretendemos formar, com alto nível profissional, jardineiros, técnicos, trabalhadores e demais profissionais que interajam com o verde urbano.’

‘As primeiras ações que estamos fazendo têm a ver com a formação dos podadores da União Elétrica’, explica.

Graças a um curso que vai começar em breve, explicou, poderemos generalizar conhecimentos que nos permitirão melhorar a abordagem que se faz no manejo de árvores próximas às linhas de transmissão.

Temos, sublinhou, a visão de fomentar laços com diferentes instituições acadêmicas e científicas internacionais e de aceder a fundos de cooperação que apoie a sustentabilidade deste espaço que é, em última análise, um tesouro da nação cubana.

(Retirado de Negócios em Cuba) / ls

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