17 de August de 2022
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Decepções olímpicas em Tóquio 2020

Decepções olímpicas em Tóquio 2020

Tóquio, (Prensa Latina) Entre todo o romantismo dos Jogos Olímpicos, as ilusões hoje ocupam um espaço divino, que pode ser preenchido com proezas ou fiascos, como aconteceu em Tóquio 2020 com várias das estrelas do esporte mundial.
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Tóquio, 7 ago (Prensa Latina) Entre todo o romantismo dos Jogos Olímpicos, as ilusões hoje ocupam um espaço divino, que pode ser preenchido com proezas ou fiascos, como aconteceu em Tóquio 2020 com várias das estrelas do esporte mundial.

Poucas horas antes da cerimônia de encerramento, vale a pena rever alguns dos eventos que se tornaram ‘trending topics’ na mais atípica e complexa competição multidisciplinar da história, que parece estar pronta para chegar a um lugar seguro após a confusão de incertezas que a acompanhou desde 24 de março de 2020.

Sem dúvida, o Novak Djokovic da Sérvia e seus acessos de fúria têm um lugar seguro na seleção. O tenista sérvio viajou em busca da medalha de ouro no torneio individual, mas perdeu nas semifinais para o russo Alexander Zverev (1-6, 6-3, 6-1) e disse adeus à possibilidade de completar o ‘Golden Slam’.

Único membro dos chamados ‘Três Grandes’ (acrescente-se Roger Federer da Suíça e Rafael Nadal da Espanha) a participar do evento, o balcânico foi mais uma vez derrotado, após vencer o Aberto da Austrália, Roland Garros e Wimbledon.

Assim terminou um sonho transformado no pior pesadelo, perder na disputa do bronze e não disputar o jogo pela mesma medalha nas duplas mistas, junto com sua compatriota Nina Stojanovic, então ele voltou para casa sem prêmios em sua bagagem.

E sim, nada dura para sempre na Vinha do Senhor, mas o mundo do judô estava esfregando suas mãos em antecipação a um ippon dourado da lenda francesa Teddy Riner, que caiu aos pedaços contra o russo Tamerlan Bashaev na divisão de mais de 100 kg.

Nos últimos 11 anos, Riner, cuja estrutura física é digna de uma efígie de mármore, apenas teve um revés em sua biografia, com êxitos expressivos em Londres 2012 e no Rio 2016.

A ideia? Ganhar seu terceiro ouro consecutivo na arte marcial, um feito só alcançado por Tadahiro Nomura do Japão (Atlanta 1996, Sydney 2000 e Atenas 2004). No final, o terceiro lugar teve um gosto amargo e muita frustração.

Longe dos tatames e em velocidade pura, os Estados Unidos tinham como objetivo recuperar um espaço que era visto como seu no contexto olímpico: os 100m dos homens, para aproveitar a ausência do jamaicano Usain Bolt, agora aposentado, embora seu status tenha assumido novas dimensões.

Trayvon Bromell, sétimo na lista de todos os tempos com 9,77, e cuja história inspira, Ronnie Baker (9,85) e Fred Kerley (9,84) quiseram dar ao país do norte uma liderança que os tinha iludido desde Atenas 2004.

Entretanto, o tartan no Estádio Nacional de Tóquio acabou sendo um terreno hostil, e somente este último pôde cruzar a linha de chegada em segundo lugar. Para piorar a situação, eles foram eliminados na primeira rodada do revezamento curto.

Além disso, a mega-estrela local Naomi Osaka caiu prematuramente do tênis, os Países Baixos perderam o fôlego na corrida de rua das mulheres e a ginástica artística roubou as luzes da ribalta, com o destaque para Simone Biles, a figura mais amiga da mídia dos chamados Jogos Silenciosos.

Com Tóquio 2020 a apenas algumas horas de distância, com sua despedida marcada para 8 de agosto, uma coisa é certa: todas as disciplinas deixaram sentimentos agridoce, como é comum e compreensível. O esporte, como a própria vida, também tem seus rostos escondidos.

yas/jdg/vmc

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