27 de November de 2021

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Ensaios clínicos em Moçambique sobre a vacina Covid-19

Ensaios clínicos em Moçambique sobre a vacina Covid-19

Maputo, 21 jul (Prensa Latina) Habitantes de Moçambique serão submetidos a dois ensaios clínicos para avaliar a eficácia da vacina chinesa Sinopharm contra novas variantes do coronavírus SARS-CoV2, que causa a Covid-19, informou hoje a imprensa.
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O Instituto Nacional de Saúde (INS) coordenará a iniciativa, anunciada na véspera pela Coalizão para Inovações de Preparação para Epidemias (CEPI) e pelo Instituto Internacional de Vacinas (IVI), de acordo com a publicação online Carta de Moçambique.

Segundo a fonte, a pesquisa será parte de um programa de pesquisa para expandir o acesso dos países africanos às vacinas pandêmicas.

A CEPI fornecerá financiamento de até US$12,7 milhões ao Consórcio para a Expansão e Fornecimento de Vacinas Covid-19 na África (Ecova), especificamente para a realização de ensaios clínicos da vacina BBIBP-CorV da Sinopharm.

No caso de Moçambique, o estudo será realizado nos territórios da Beira e Maputo, diz o relatório, sem especificar dados sobre a possível amostra populacional.

Os primeiros resultados intermediários devem estar prontos antes do final de 2021, e espera-se que os participantes do ensaio sejam seguidos por dois anos para reunir dados sobre a eficácia da vacina a longo prazo.

Segundo a CEPI, eles também avaliarão o desempenho do medicamento em pessoas infectadas pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) e o potencial de coadministração das vacinas BBIBP-CorV e influenza sazonal.

Da mesma forma, investigarão a segurança e imunogenicidade dos cronogramas de vacinação mista anti-Covid-19 com as preparações BBIBP-CorV e AstraZeneca, já que a combinação potencial poderia proporcionar flexibilidade para campanhas de vacinação em tempos de incerteza ou flutuação de fornecimento, disse a organização.

Segundo o diretor-geral do INS Moçambique, Ilesh V. Jani, é de grande interesse medir a eficácia das vacinas contra novas cepas do SARS-CoV2, particularmente as variantes Beta e Delta, que atualmente causam a maioria das infecções na região.

Enquanto isso, a Diretora de Saúde e Bem-estar do INS Sónia Enosse estimou que os dados da Ecova também gerarão informações epidemiológicas adicionais sobre os padrões de transmissão do SARS-CoV-2, que serão valiosas para enfrentar a pandemia em escala global.

ga/mjm/bm

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