7 de December de 2021

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Cuba e a imprensa mercenária

Cuba e a imprensa mercenária

México, 19 jul (Prensa Latina) Há duas expressões que são aceitas, porque de alguma forma têm que ser designadas: 'imprensa mercenária' e fake news 'notícias falsas'.
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De acordo com nossos princípios profissionais, não conhecemos outro jornalismo além daquele que trabalha com a verdade e somente com a verdade; o resto são aberrações, alterações com o objetivo de obter enormes lucros, ou seja, imoralidade em toda sua expressão, pois através da mídia tentam enganar e contaminar o público em geral.

O que você quer dizer com notícias falsas? Se for falso, não é novidade. Para desgraça da humanidade, as redes sociais e muitos meios de comunicação designados como ‘imprensa mercenária’ dedicam-se, precisamente por causa de interesses econômicos e inconfessáveis, a publicar e difundir mentiras.

A nova investida contra Cuba atingiu níveis verdadeiramente grotescos, a ponto de utilizar fotografias e vídeos de outras partes do mundo e de outros anos para ‘conscientizar’ os ingênuos ou aqueles que querem ser enganados por supostas rebeliões do povo cubano contra o regime revolucionário.

A alta tecnologia utilizada pelo governo dos EUA está em plena ação para tentar enganar a todos em seu abjeto propósito de devorar a ilha, ou seja, um país soberano, um povo respeitável, ao custo de milhões de dólares.

Esta ‘imprensa mercenária’, melhor designada como a vil mídia de propaganda, já que está a serviço dos interesses mesquinhos do imperialismo e de seus aliados, tem feito uso de tudo. Nesta ação constante, é óbvio que ela convence até mesmo as pessoas boas.

O Presidente dos EUA Joe Biden, em quem havia expectativas de bem-estar e, portanto, de respeito à soberania dos Estados e aos direitos humanos, percebemos agora amargamente que estas eram apenas posturas eleitorais.

Ele mudou sua anunciada política de um bom relacionamento com Cuba, como havia feito seu antigo chefe, o presidente Barack Obama. Os ultra-direitistas e poderosos bilionários cubano-americanos de Miami impõem suas regras à Casa Branca. A eles se junta, entre outros, a ex-presidente do Chile Michelle Bachelet, que nada tem de militante de esquerda quando apoia a propaganda difamatória contra Cuba ditada pelos Estados Unidos. Se seu pai estivesse vivo, o brigadeiro general da Força Aérea chilena assassinado Alberto Arturo Miguel Bachelet Martínez, fiel ao presidente patriota sacrificado Salvador Allende pelos capangas do ditador Augusto Pinochet, ou se estivesse vivo novamente, morreria de pura vergonha.

Tudo isso é chamado de notícias falsas e imprensa mercenária. Chamamos isso de degradação do jornalismo.

mem/tra/lma/bm

*Contribuinte da Prensa Latina. Jornalista e escritor; Presidente do Colégio Nacional de Licenciados em Periodismo, Secretário de Desenvolvimento Social da Federación Latinoamericana de Periodistas, presidente fundador e honorário pela vida da Federación de Asociaciones de Periodistas Mexicanos.

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