30 de November de 2021

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Remo, ciclismo e tiro da Guatemala rumo a Tóquio

Remo, ciclismo e tiro da Guatemala rumo a Tóquio

Guatemala, 6 Jul (Prensa Latina) Atletas de remo, ciclismo e tiro, classificados para Tóquio, se preparam hoje fora da Guatemala para o grande evento olímpico.
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As camisas Jennieffer Zúñiga e Yulissa López com seu técnico Mario Ordóñez estão no Centro de Treinamento de Banyoles, na Espanha, onde ficarão até o dia 18 e depois viajarão para o Japão e cumprirão a agenda esportiva.

Segundo Ordóñez, o trabalho de Zúñiga y López vai agora centrar-se na afinação dos detalhes técnicos e na parte estratégica na procura do melhor resultado possível.

O mesmo propósito incentiva o representante do ciclismo de estrada, Manuel Rodas, que fará um último acampamento de duas semanas em Tignes, Região Alpina, França.

O técnico deles, Omar Ochoa, confirmou que eles também ficarão lá até o dia 18 e depois partirão para Tóquio.

Rodas vai competir no dia 24 de julho no Fuji International Speedway, de acordo com o cronograma em solo japonês.

Entretanto, Waleska Soto, Adriana Ruano e Juan Ramón Schaeffer, juntamente com o treinador Pedro Zayas, têm o seu forte de caça na Itália.

A sede será Todi e lá eles vão refinar sua pontaria em um acampamento que terminará em 19 de julho.

Soto e Ruano participarão do evento olímpico nos dias 28 e 29 de julho, enquanto Schaeffer entrará no evento skeet nos dias 25 e 26 de julho.

Além dessas seis eliminatórias, a Guatemala estará em Tóquio com outros 16 atletas das especialidades de atletismo (nove), badminton (dois), vela (dois) e natação, judô e pentatlo com um em cada disciplina.

A Guatemala prestou juramento em sua delegação no dia 23 de junho e escolheu como porta-bandeiras o velejador Juan Ignacio Maegli, atualmente em segundo lugar no ranking mundial, e a marquesa Mirna Ortiz (20 quilômetros).

Também acompanharão a velejadora Isabella Maegli, que fará sua estreia olímpica, e o nadador Luis Carlos Martínez, que aguarda uma segunda experiência após competir no Rio de Janeiro 2016.

Desde 1952, em Helsinque, o país da eterna primavera, só esteve ausente nas edições de Melbourne 1956, Roma 1960 e Tóquio 1964.

Agora ele espera superar seu melhor resultado, a prata histórica de Londres 2012 aos pés do marqueiro Erick Barrondo, que mais uma vez buscará elevar o nome de sua terra natal.

mem/mmc/jcfl

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