7 de December de 2021

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Professores da Argentina contra a volta as aulas presenciais

Professores da Argentina contra a volta as aulas presenciais

Buenos Aires, 5 Jul (Prensa Latina) O Sindicato dos Trabalhadores na Educação (UTE) desta capital liderou hoje a 21ª semana de resistência contra as aulas presenciais e denunciou a falta de condições nas escolas em meio ao frio.
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Desde que o governo de Buenos Aires decidiu reabrir as salas de aula em um dos momentos mais delicados do Covid-19, os professores reunidos naquele e em outros sindicatos denunciaram a arbitrária e desnecessária decisão política e, entre outras coisas, exigem a entrega de aparelhos e conectividade para alunos.

Em nota, a UTE especificou que a partir de hoje estará em uma nova jornada de luta ‘contra a negação da saúde do governador Horacio Rodríguez Larreta’.

Ele também destacou que enquanto a prefeitura continua com sua política de abertura, dois trabalhadores da educação e um estudante se juntaram à trágica lista de funcionários da escola que morreram pessoalmente, exercendo sua atividade em uma pandemia.

Os professores destacaram que as baixas temperaturas típicas desta época do ano se fazem sentir nas escolas de Buenos Aires, onde os dias de aula são passados em péssimas condições e em ambientes sem aquecimento.

‘Reafirmamos que com o frio não é possível ensinar nem aprender. Vamos realizar atividades distritais durante esta semana como cobertores, semaforazos, homenagens, rádio aberta e caravanas’, disse o sindicato.

Diversas são as demandas dos professores das capitais, entre elas o estrito cumprimento de protocolos e a suspensão do atendimento na ausência de condições epidemiológicas e climáticas, conectividade e dispositivos para sustentar o vínculo virtual.

A medida coincide com o retorno à escola hoje presencial durante todos os anos do ensino médio.

Na semana passada, os integrantes da UTE realizaram diversas ações de protesto, inclusive uma espécie de ‘manta’ para denunciar a falta de aquecimento em várias escolas e apresentaram um mapa das escolas que se encontram nessas condições.

Também, junto com outros sindicatos como a Associação dos Professores do Ensino Médio e Superior, exigiram a abertura da Tabela de Condições de Trabalho e Salários no Ministério da Educação, em face da queda do poder de compra devido à inflação na capital. .

mem/may/jcfl

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