29 de November de 2021

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Da China, mais ações contra o bloqueio dos EUA a Cuba (+Foto)

Da China, mais ações contra o bloqueio dos EUA a Cuba (+Foto)

Beijing, 20 jun (Prensa Latina) Diversas cidades da China acolhem hoje diversas iniciativas que exigem o levantamento imediato do bloqueio econômico, financeiro e comercial que os Estados Unidos mantêm contra Cuba há quase seis décadas.
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O Parque Ritan foi palco em Beijing de um comício que reuniu autoridades da ilha e compatriotas que aqui vivem, além de amigos do gigante asiático Venezuela e Argentina.

Da mesma forma e simultaneamente, o clamor ressoou em lugares como Xangai, Guangzhou, Shenzhen, Hong Kong, Anhui e Jiangsu pelas índias Ocidentais e como parte do movimento mundial Pontes de amor contra o cerco hostil.

Em todos os casos, frases como ‘Cuba sim, Bloqueo Não’, ‘Cuba Viva’ e ‘Abaixo o bloqueio’ foram ouvidas tanto em espanhol como em mandarim para exigir o fim desta política, considerada o principal obstáculo ao desenvolvimento da ilha e suas relações econômicas com o resto do mundo.

Além disso, a Associação de Moradores de Cuba na China denunciou em um comunicado as consequências negativas da posição norte-americana para seu povo.

A esse respeito, o embaixador de Havana aqui, Carlos Miguel Pereira, destacou à Prensa Latina o valor dessas ações justamente às vésperas de uma nova votação na Assembleia Geral das Nações Unidas para uma resolução que pede o fim do bloqueio norte-americano.

‘Temos a certeza de que mais uma vez teremos o apoio da comunidade internacional e também da China, cujas principais autoridades estão próximas da continuidade e da firmeza de seu apoio ao nosso país nos mais diversos cenários’, enfatizou.

Da mesma forma, o embaixador argentino, Sabino Vaca, lembrou que se trata de uma reclamação histórica contra um cargo vigente há mais de meio século e ratificou o apoio permanente de seu Governo.

‘A verdade é que bloquear Cuba nesta pandemia, que produz vacinas, é uma dupla injustiça e dupla obscenidade (…) Cuba é um país muito solidário e nesta fase da pandemia não deu o exemplo, enviando médicos ‘, disse ele.

O embaixador venezuelano, Félix Plasencia, falou em termos semelhantes, deplorando a persistência do cerco, destacando a resistência do povo cubano e elogiando o alto nível de seus cientistas apesar das dificuldades derivadas dessa política.

«Hoje é dia de não dizer mais bloqueio, não mais o esforço de destruir, eliminar, matar, o que para Cuba teve outras consequências», afirmou.

Além da China, Puentes de Amor está presente neste final de semana em diferentes partes do mundo para exigir que Washington cesse um sistema, rejeitado consecutivamente desde 1992 na ONU.

mem/ymr/bj/gdc

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