23 de January de 2022
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Ticos chocados com um suposto caso de corrupção em obras públicas

Ticos chocados com um suposto caso de corrupção em obras públicas

San José, 15 jun (Prensa Latina) Alguns costarriquenhos continuam chocados hoje com o suposto caso de corrupção em contratos de obras públicas, enquanto outros veem uma intenção eleitoral na revelação destes fatos, nada de novo na Costa Rica.
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Consultados pela imprensa ou em seus comentários sobre as redes sociais, muitos costarriquenhos exigem que os responsáveis sejam punidos em conformidade, enquanto exigem o fim da falta de ética e honestidade no exercício da administração pública, já que eventos similares anteriores ficaram impunes.

Outros criticam o oportunismo de alguns deputados, que atribuem apenas ao governo do Presidente Carlos Alvarado estes comportamentos em cargos públicos, e não são um exemplo de probidade e transparência, já que alguns dos que criticam hoje estão sendo investigados por vários crimes.

Além disso, muitos acreditam que a revelação deste fato, cerca de sete meses antes das eleições gerais, tem uma motivação eleitoral.

O fato é que agentes da Agência de Investigação Judicial (OIJ) e do Procurador Adjunto de Probidade, Transparência e Anti-Corrupção realizaram 57 batidas na segunda-feira, nas quais prenderam 29 funcionários de entidades públicas e privadas, supostamente relacionados a vários crimes de corrupção na execução de obras rodoviárias.

Os presos trabalham no Conselho Nacional de Estradas (Conavi), no Ministério de Obras Públicas e Transportes e em empresas privadas como Meco, H. Solis, Constructora Herrera, Cacisa e ITP Engenharia.

No início, eles relataram que um dos presos seria Camilo Saldarriaga, um dos assessores de Alvarado, mas mais tarde ele mesmo confirmou que permaneceu em liberdade e renunciou a assumir o processo e demonstrar sua total inocência sem afetar o trabalho do Poder Executivo.

O diretor da OIJ, Wálter Espinoza, revelou à imprensa que em 2019 eles receberam informações confidenciais de que um grupo de funcionários públicos estava se reunindo com membros de empresas privadas, sempre vencedores dos prêmios, e que eles estavam desviando fundos que afetavam a tesouraria pública.

Segundo Espinoza, os presos são acusados de terem cometido crimes como associação ilícita, desvio de fundos, suborno, suborno, subornos, royalties, gratificações irregulares e tráfico de influência, entre outros.

‘As investigações indicam que houve um pagamento de fundos e orçamentos adiantados para cometer os crimes e aparentemente foram desviados cerca de 78 bilhões de colones, cerca de 128 milhões de dólares’, disse Espinoza.

Em uma mensagem on-line ao público, o presidente costarriquenho apoiou a investigação judicial sobre o caso e disse que tal comportamento é totalmente inaceitável.

Alvarado disse que ‘onde há uma pessoa corrupta, há também um corruptor, e ambos devem ser punidos’. É meu desejo, assim como o do resto dos costarriquenhos, que eles cheguem ao fundo da questão e que as responsabilidades e sanções sejam estabelecidas, quem quer que caia em cima deles’.

jha/ale/vmc

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