1 de December de 2021

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Indígenas seguem em resistência no contexto de greve na Colômbia

Indígenas seguem em resistência no contexto de greve na Colômbia

Bogotá, 17 mai (Prensa Latina) A minga indígena chegará hoje a Medellín, capital do departamento de Antioquia, onde apresentará seus problemas históricos e continuará em resistência no contexto da greve nacional na Colômbia.
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A Associação dos Conselhos Indígenas de Antioquia agradeceu a Luis Fernando Suárez, governador do departamento, e Daniel Quintero Calle, prefeito de Medellín, por convidá-los para o diálogo social.

‘Para nós é importante que tanto o prefeito de Medellín quanto o governador de Antioquia estejam dispostos a ouvir as vozes e demandas dos setores sociais da cidade e do departamento, porque é o pilar de construção de consenso que constrói a democracia’, diz a Associação em uma declaração.

Acrescenta que, entretanto, entendendo que a agenda indígena responde a demandas históricas e complexas, considera que requer um espaço e um tratamento diferenciado.

‘É por isso que queremos informar que os povos indígenas do departamento se mobilizarão em Minga da Resistência com So Bia (Bom Coração) para Viver Bem’, acrescenta.

Começará hoje e será indefinidamente e se mobilizará a partir de diferentes regiões do departamento e vilarejos vizinhos.

Nesse termo, solicita uma mesa de trabalho autônoma para tratar das questões que afligem as comunidades ancestrais de Antioquia e que são em grande parte produto de acordos não cumpridos com o governo nacional, departamental e municipal, e de um exercício de regressão das políticas atuais.

‘É por isso que lhe pedimos, através de sua liderança, que convoque o Ministro do Interior, Daniel Palacios, para que os governos nacionais, departamentais e municipais possam ouvir as vozes dos povos indígenas mobilizados em Antioquia’, insiste.

A greve nacional na Colômbia começou em 28 de abril passado e continua hoje e cada vez mais setores estão se unindo a esta medida de pressão contra o governo de Iván Duque.

Os manifestantes exigem a retirada da reforma sanitária, renda básica, vacinação em massa contra a Covid-19, nenhum uso de glifosato em territórios com plantações de coca, o desmantelamento do Esquadrão Móvel Antimotim.

Também exigem reforma policial, nenhuma militarização do protesto social, acesso e permanência no ensino superior, e o aparecimento vivo de todas as pessoas desaparecidas no contexto das mobilizações, entre outros, e acordos com os setores em protesto.

jf/otf/bm

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