22 de January de 2022
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Rejeição do governo brasileiro às vacinas da Pfizer

Rejeição do governo brasileiro às vacinas da Pfizer

Brasília, 13 de mai (Prensa Latina) O gerente geral da Pfizer na América Latina, Carlos Murillo, testemunhará hoje na Comissão Parlamentar de Investigação (CPI) sobre a rejeição do Ministério da Saúde do Brasil às vacinas farmacêuticas anti-Covid-19 dos Estados Unidos.
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A Agência do Senado informou que a audiência atenderá ao pedido do presidente da CPI, senador Omar Aziz, que pretende esclarecer se a oferta de 70 milhões de doses de antídotos da Pfizer realmente ocorreu, em que termos foi produzida e quais foram as razões da não aceitação.

Em seu pedido, Aziz citou a presidente da subsidiária da Pfizer no Brasil, Marta Díez. No entanto, a empresa pediu a substituição por Murillo, que poderia esclarecer os fatos relacionados às negociações com o governo desde 2020 para a compra de medicamentos.

De acordo com o documento enviado pela Pfizer ao Senado, Díez não participou dos pactos do ano passado, pois ocupou um cargo na subsidiária chilena da empresa.

Na véspera, o ex-secretário de Comunicação da Presidência da República, Fabio Wajngarten, reconheceu que o governo decidiu adiar a compra das vacinas desenvolvidas pela Pfizer e pela empresa alemã BioNtech.

Durante audiência no CPI, o empresário afirmou ter entrado em contato com autoridades do laboratório para a compra dos antídotos, depois que um de seus executivos pediu para acelerar as negociações sobre a operação.

‘No dia 9 de novembro (2020) foi meu primeiro contato com o presidente da Pfizer Brasil, Carlos Murilo (…) que virá para este CPI’, admitiu Wajngarten.

Pela primeira vez, um membro próximo de Jair Bolsonaro consente com o Congresso, sob juramento de não mentir, que as negociações com a Pfizer foram atrasadas e o presidente estava ciente desse atraso.

O documento chegou aos gabinetes do Bolsonaro, do então ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, e do atual ministro da Economia, Paulo Guedes.

Wajngarten especificou que a ‘carta da Pfizer’ ficou arquivada no Palácio do Planalto (sede do Poder Executivo) por cerca de dois meses, sem que ninguém se interessasse em respondê-la.

Para a oposição, o que foi revelado pelo ex-secretário compromete Bolsonaro, que, segundo certa elucidação, poderia ter cometido um ‘crime de responsabilidade’ ao não cumprir sua obrigação de zelar pela saúde dos brasileiros.

Até o momento, o Brasil acumula 428.034 mortos e 15.359.397 infectados pelo coronavírus SARS-CoV-2, causador do Covid-19.

msm / ocs / fav

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