1 de July de 2022
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Campanha na mídia denunciada sobre a crise na Colômbia

Campanha na mídia denunciada sobre a crise na Colômbia

Bogotá 10 Mai (Prensa Latina) Internautas denunciaram hoje uma campanha virtual de diversos meios de comunicação, orquestrada para distorcer a crise na Colômbia por meio de notícias falsas e manipulação de fatos relacionados à greve nacional.
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Usuários das redes sociais asseguram que de acordo com o governo do presidente Iván Duque, se busca criar tendência com tags como #UnaSolaRadio para alinhar o discurso contra os manifestantes e silenciar suas demandas y denuncias aos contínuos atos repressivos por parte das forças da ordem pública.

‘Todas as emissoras juntam-se a um número pactuado diretamente com o presidente no palácio. Será que não perceberam que a crise de credibilidade da mídia é um dos motivos desse surto social?’, Destacou o usuário do Twitter Carlos Cheek.

Enquanto Andres Moreno garantiu na mesma rede social que o presidente se esforça ‘para gerar tendências no Twitter e não para resolver os problemas profundos do nosso país. Quanta conversa se desperdiçou nisso e depois cobrou de nós com os impostos. Vocês percebem por que isso é necessária? educação na Colômbia? ‘.

A resposta dos manifestantes no mundo virtual tem sido com as tags #ParoNacional10M y #ColombiaSinPresidente, #SOSColombiaNosEstanMatando y #SOSColombiaDDH entre otras, cujos os conteúdos estão centrados em informarlo que acontece nas manifestações mediante fotos in loco e a transmissão de vídeos em tempo real.

Outra forma de rechaçar a tentativa de diminuir a visibilidade do que está acontecendo no país é a dos adeptos da música pop coreana (K-pop), que lotam os rótulos promovidos pelo governo e pela mídia com imagens e vídeos de seus ídolos. comunicação relacionada para deslegitimar as demandas das manifestações.

Um dos temas do dia é a denúncia dos ataques aos indígenas Minga e da situação na cidade de Cali, militarizada por ordem do Executivo para pôr fim ao protesto social que abala o país há 13 dias consecutivos.

A ordem foi emitida após os fatos ocorridos na tarde de domingo, quando civis armados, apoiados pela própria polícia, atiraram contra os povos indígenas reunidos no contexto da greve nacional, segundo denúncias e vídeos ao vivo veiculados nas redes sociais.

No entanto, diversos meios de comunicação venderam a versão de que foram os indígenas que atiraram contra as forças da ordem, narrativa rejeitada e negada por ativistas, defensores dos direitos humanos e políticos como o senador indígena Feliciano Valencia.

O presidente Duque instruiu os departamentos de Interior e Defesa a militarizar aquela cidade e, assim, ‘garantir (…) o maior desdobramento possível das capacidades da Força Pública’.

Ele também pediu a aplicação da lei seca, o levantamento dos bloqueios e o retorno dos integrantes do Conselho Regional Indígena do Cauca às suas reservas.

Na última meia-noite, o Valle del Cauca fechou fronteiras, restringiu-se a mobilidade de meios de transporte e de pessoas para ingressar no território, medidas que devem vigorar até o próximo sábado, conforme as instruções.

agp/avs/jcfl

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