5 de July de 2022
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Chegam a 47 mortes na Colômbia em protestos

Chegam a 47 mortes na Colômbia em protestos

Bogotá 9 Mai (Prensa Latina) Um total de 47 pessoas foram assassinadas, 39 em conseqüência da violência policial, no contexto da greve iniciada em 28 de abril na Colômbia, refletem hoje as estatísticas de organizações de direitos humanos.
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Um relatório elaborado conjuntamente pelo Instituto de Estudos para o Desenvolvimento e a Paz e a ONG Terremotos, indica que nestes dias de protesto contra o governo de Iván Duque ocorreram 963 prisões arbitrárias.

Ambos os grupos alertam sobre 12 casos de violência sexual, 548 desaparecidos, 28 vítimas de lesões oculares, 278 ataques pela polícia e 1.876 atos violentos.

A maioria das vítimas fatais neste cenário de violência e repressão policial tem menos de 36 anos e quatro eram menores.

A cidade de Cali, localizada a cerca de 453 quilômetros a sudoeste de Bogotá, é a mais atingida com 25 mortes, afirma o balanço recente das duas entidades.

O acadêmico Jairo Estrada alertou que Cali deve ser levada em consideração porque existe um modelo de guerra contra insurgente urbana (contra o ‘terrorismo de baixa intensidade’), que combina forças públicas (inclusive agentes secretos) com ações paramilitares e tentativas de mobilização social.

‘A ação paramilitar naquela cidade com carros e motocicletas de alto padrão, atirando na população indefesa e exercendo o direito de protestar, é praticada há décadas nos territórios do interior da Colômbia. A guerra contra o povo agora é também urbana ele alertou.

Da mesma forma, a conceituada política Clara López destacou que, naquela cidade, está sendo desenvolvido um plano piloto de repressão para o resto do país.

Ela denunciou por meio de sua conta no Twitter que o Exército apreendeu o aeroporto e descarregou material de guerra e pessoal, enquanto alguns caleña elite insensata armam grupos paramilitares.

Mesmo assim, as marchas continuam no país para exigir que o governo Duque pare com a militarização das ruas e a violação dos direitos humanos no país.

Para o colunista Daniel Samper Ospina, a situação na Colômbia indica que ‘estamos testemunhando o enterro do uribismo (que não será breve nem pacífico)’.

msm/otf/jcfl

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