7 de December de 2021

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Argentina comemora os 102 anos do nascimento de Eva Perón

Argentina comemora os 102 anos do nascimento de Eva Perón

Buenos Aires, 7 de mai (Prensa Latina) A 102 anos de seu nascimento, os argentinos recordarão a Eva Perón, a voz dos descamisados, que revolucionou para sempre a história política de um país onde seu exemplo é passado às novas gerações.
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Nesse aniversário em meio aos momentos difíceis de uma pandemia, muitos dos seus admiradores vão reverenciar em várias províncias e na internet a trajetória de uma personagem atemporal, aquela Evita eterna, frase que sempre ressoa quando se fala sobre essa grande mulher latino-americana.

Entre as homenagens deste dia, está prevista uma reunião na plataforma Zoom para debater hoje a atualidade política dessa mulher e sua representatividade eleitoral na Argentina de hoje.

Sob o lema ‘Um movimento de mulheres não valeria nada em um mundo sem justiça social’, vários senadores e sindicalistas debaterão sobre o tema do papel da mulher na política, uma das várias lutas que Evita enfrentou durante sua vida.

A esta iniciativa se somará outra chefiada por personalidades de destaque, que irão ler textos literários emblemáticos como a atriz Cristina Banegas, a escritora María Teresa Andruetto, a atriz Julieta Daga e a jornalista e escritora María Pía López.

Organizada pela Casa Patria Córdoba, a homenagem tem o título ‘Eva con todas las letras’ (Eva com todas as letras) e contará também com outras personalidades como Leónidas Lamborghini, Aurora Venturini, David Metral e Vera Pichel.

Evita é uma figura onipresente na Argentina. Muitas são as histórias e ensinamentos que a esposa do falecido presidente Juan Domingo Perón deixou em sua curta vida, um exemplo que hoje cresce com aquelas mulheres que lutam para deixar para trás o patriarcado, com os pobres que levantam a voz para serem ouvidos.

Líder política e atriz, ela se casou com Perón em 1945 e depois que seu marido assumiu o cargo de Chefe de Estado, ela foi presidenta do Partido Peronista Femenino, dirigiu a Fundação Eva Perón e foi oficialmente declarada ‘Chefe Espiritual da Nação’ em 1952.

Lutadora incansável pela igualdade e justiça social, alcançou na sua época grandes mudanças, como a luta pela igualdade de gênero, e, nesse sentido, em 1947 conquistou a promulgação da lei que instituiu o voto feminino na Argentina. Ela morreu prematuramente com 33 anos, vítima de um câncer.

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