27 de November de 2021

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Primeira a vida e o trabalho no 1ú de maio no Uruguai

Primeira a vida e o trabalho no 1ú de maio no Uruguai

Montevidéu 1 Mai(Prensa Latina) O slogan 'Vida e trabalho primeiro' centralizou hoje a convocação da central sindical uruguaia Pit-Cnt para um Dia Internacional do Trabalhador precedido pelo agravamento da pandemia do Covid-19.
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O presidente do sindicato nacional, Fernando Pereira, antecipou a ausência de atos tradicionais e caravanas que vão no sentido da saúde e as recomendações do Honorary Scientific Advisory Group (GACH).

De acordo com uma planejada celebração descentralizada e com medidas sanitárias, sindicalistas se mobilizaram em mil pontos de todo o país, para coletar assinaturas rumo a um referendo revogatório de 135 artigos da Lei de Urgência (LUC) e da arrecadação de alimentos não perecíveis para os mais pobres.

A meta é atingir em julho as 700 mil rubricas constitucionalmente exigidas para convocar um plebiscito, enquanto pelo menos 55 mil pessoas fazem fila por dia em busca de alimentos em 700 locais da geografia nacional de um movimento solidário que surgiu em 2020 pela política econômica impacto da pandemia.

O GACH reiterou na semana que a situação é muito grave devido ao número de infectados e mortes e ‘a resposta do sistema de saúde está na categoria limitada, como evidenciado em particular pelos cuidados de tratamento intensivo (ITC).’

O grupo que assessora diretamente o Poder Executivo afirmou que ‘um fator preocupante é que os referidos indicadores de mobilidade recuperaram e, consequentemente, sem a necessária redução das infecções.

Dois sindicatos médicos uruguaios ao comparecerem em uma comissão parlamentar concordaram que o país vive seu pior momento de saúde e ‘se nada for feito, haverá mais mortes e essas mortes são evitáveis’.

Por sua vez, a Sociedade de Medicina Intensiva (SUMI) do Uruguai alertou que a política de aumentar os leitos de ICC com os mesmos recursos humanos causou uma queda notória na qualidade do atendimento e, certamente, ‘mais do que podemos ajudar, continuaremos morrendo. ‘

Em meio a esse panorama, o presidente da nação, Luis Lacalle Pou, anunciou a retomada gradativa e escalonada das aulas presenciais, a que se seguiu a prevenção do GACH em um momento difícil da pandemia.

Além das objeções dos sindicatos de professores por falta de condições adequadas, os prefeitos dos territórios mais contaminados, Montevidéu e Canelones, Carolina Cosse e Yamandú Orsi, respectivamente, da Frente Ampla, expressaram forte oposição.

O senador Daniel Olesker descreveu a estratégia de saúde, econômica e social do governo como um fracasso nos 400 dias desde a pandemia do Covid-19, que resumiu em ‘aumento zero no investimento público, novos impostos apenas sobre os funcionários públicos, nada sobre o capital nem para a riqueza ‘

mem/hr/jcfl

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